sábado, 25 de julho de 2015

Ainda há Tempo de Amar The Strypes



Mês passado, fui assistir aos shows do 19º Cultura Inglesa Festival, que aconteceram no dia 21 de Junho, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Entre as atrações, como Johnny Marr (ex- The Smiths), a que mais me chamou a atenção e definitivamente me fez levantar do sofá para ir ao evento, foi the Strypes. 

A primeira vez que ouvi esses garotos irlandeses, com idades entre 18 e 20 anos, foi em uma apresentação deles no programa Late Show With David Letterman, quando cantaram "What a Shame" e impressionaram o apresentador com sua presença de palco e maturidade musical. Isso pode até ser considerado obrigatório para qualquer banda, mas não deixa de ser admirável vindo de um quarteto tão novo, tanto em idade quanto em tempo de estrada - eles começaram a fazer shows em 2011. 

Para minha surpresa, The Strypes trouxe ao Brasil um show completo, com pouco mais de uma hora de duração - em festivais, os artistas geralmente ocupam o palco por apenas 30 ou 40 minutos. Entre as escolhas no setlist, tiveram espaço músicas do álbum de estreia, "Snapshot" (2013), do EP "Flat Out" (2015), além de novidades do segundo álbum, "Little Victories", lançado este mês. 

som dos garotos preza pelas guitarras pesadas, com influências do R&B e punk rock, e toda a energia desses gêneros pôde ser sentida durante a apresentação. Destaque para o guitarrista Josh McClorey, que se encarregou de interagir com o público brasileiro, enquanto Ross Farrelly, Pete O'Hanlon e Evan Walsh cumpriam com louvor seus papeis na voz, baixo e bateria, respectivamente, em maior ou menor grau de empolgação.

Eles conseguiram cativar o público presente, agitaram a plateia e entregaram um show enérgico e cheio de hits que me fizeram sentir em uma balada de indie rock (fica a dica para um próximo especial, pessoal do Beco 203).

The Strypes já está bombando lá fora há um tempo, o que lhes rendeu apresentações nos principais festivais internacionais, um documentário na BBCalém de elogios de artistas de peso, como Dave Grohl, Elton John e Noel Gallagher.

Que sorte a nossa poder vê-los de graça! 

Set List:

1- Now She's Gone
2- What a Shame
3- Best Man
4- '84
5- What The People Don't See
6- Cruel Brunette
7- I'm The Man (Joe Jackson Cover)
8- I Don't Want To Know
9- Three Streets
10- Queen of The Half Crown
11- Get Into It
12- Scumbag City
13- Mystery Man
14- Hometown Girls
15- Blue Collar Jane
16- Still Gonna Drive You Home
17- I Need To Be Your Only

Assista um vídeo de '84 abaixo:



Descubra mais informações sobre The Strypes no Facebook, Twitter e Site Oficial.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Você Deveria Respeitar a Vitória de Lucas e Orelha



Ontem teve fim a segunda edição do Reality Show musical SuperStar, da Rede Globo, e muitos que já davam como certa a vitória da banda Escalene foram surpreendidos com a conquista do prêmio pela dupla carioca Lucas e Orelha.

O choque é normal. Eu também achava que a Escalene tinha mais chances de vencer e conheço muitas pessoas que, como eu, tinham preferência pelos garotos de Brasília. Porém, a minha realidade não é a realidade do Brasil. Eu mesma não baixei o aplicativo e não votei nas bandas para as quais torcia, portanto não seria coerente reclamar do resultado.

O que me incomoda, na verdade, são as pessoas que agora usam a vitória da dupla para diminuir aqueles que gostam de música pop, ou para dizer que o programa foi comprado por alguma gravadora que já tem no gatilho um álbum dos artistas. Enfim, gente que tenta justificar de todas as formas a suposta injustiça do resultado.

Bom, se você não sabe, os artistas que participam do programa são, em sua maioria, indicados por pessoas de dentro da Globo. Não há uma seleção aberta para todos, como no The Voice. Portanto, seria muito fácil para alguma gravadora colocar um de seus pupilos entre os participantes. Injusto? Talvez. Mas não acho certo culpar os artistas pelos trâmites das gravadoras e seus parceiros. Eu mesma, se musicista fosse, aproveitaria qualquer oportunidade que me dessem. Na Globo então, eu iria sem pensar duas vezes!

A questão é: o fato de ter uma gravadora interessada na banda faz dela menos merecedora do prêmio? Acredito que não. Mesmo não tendo alcançado o primeiro lugar, todos os artistas que passaram pelo programa tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho para os milhões de telespectadores globais e essa experiência com certeza agregou muito à carreira de todos.

Portanto, por mais que a banda favorita do seu ciclo de convivência não tenha ganhado, e por mais que você não goste do estilo de música dos vencedores, isso não faz do prêmio injusto.

Lucas e Orelha são dois garotos novos que se destacaram desde o começo da competição, com suas músicas-chiclete e talento vocal indiscutível. Talvez venham a preencher uma lacuna existente na música pop brasileira e a mistura de R&B e Soul que trazem é definitivamente muito benvinda! É brega sim, mas nem por isso descartável. Como seria nossa história musical sem artistas como Falcão, Pepê e Neném, ou Fat Family? Com certeza muito sem graça!

Agora, se você se acha superior às outras pessoas só porque ouve certo tipo de música, me desculpe, mas você é um/a babaca.

O pop venceu. Respeita os mlk.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Pelas lembranças, pelos amigos e Forfun

Eu nunca fui muito fã de Forfun. Na verdade, lembro de ter ido a, no máximo, uns quatro shows deles, em meados de 2006. Independente disso, me peguei com um aperto no coração ao saber que a banda anunciou seu fim. 

Apesar da matemática, dos amores mal resolvidos, dos problemas familiares, aquela foi uma época  feliz. Eu ganhava meu dinheirinho como estagiária em uma corretora, ia aos meus shows favoritos, aproveitava as matinês do Hotel Cambridge todo sábado e ainda sobrava grana para comprar alguns álbuns de edição limitada do My Chemical Romance.

Eu tinha alguns bons amigos também, que foram muito importantes para eu me tornar quem sou hoje. Importantes demais. E uma das coisas que mais gostávamos de fazer era descobrir novas bandas pouco conhecidas e ir aos shows delas. 

As casas de shows que íamos eram pequenas, em sua maioria mal conservadas e eu quase sempre me pegava pensando se elas resistiriam mais um dia a mistura de suor, lágrimas e mosh-pits característica desses eventos. E apesar de sua fragilidade, elas sempre suportaram. Ao contrário das amizades, que com o tempo e a distância acabaram se deteriorando.

Mas uma coisa que guardo com carinho dessa época de discussões intensas nos fóruns do Orkut, conflitos matemáticos e passeios pela Galeria do Rock, são os momentos e amizades que essas pequenas bandas e suas músicas me proporcionaram. 

Eu não quero ficar aqui numerando e nomeando as canções e os momentos específicos, mas se pudesse escolher uma só música para representar o que o Forfun em especial significou para mim, a escolhida com certeza seria Constelação Karina e eu vou me abster de explicar, porque assim que você apertar o play no vídeo abaixo, vai saber do que estou falando.

A vida sempre dá um jeito de me lembrar que encerrar ciclos não é meu forte, mas cada tapa na cara desse é também uma oportunidade de enxergar a passagem do tempo, olhar para trás e recordar os bons momentos com um sorriso no rosto.


  


"O que te faz chorar
Amanhã já te faz rir
O coração bate ao contrário
Pronto pra explodir"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Loving you like I never have before

Não, isso não é um texto sobre o amor.

Opa, espera! Talvez seja...

No domingo, dia 6 de novembro, eu entrei pela primeira vez no Citibank Hall. A casa de shows é pequena, aconchegante e, como eu perceberia assim que as cortinas se abrissem, perfeita para aquele momento.

Às 20h30, o palco se iluminou e os primeiro acordes de Waiting For This começaram a soar. Zac, Taylor e Isaac, os irmãos Hanson, - aqueles garotinhos loiros e bonitinhos que fizeram sucesso no final dos anos 1990 - estavam lá em cima, cada um em seu lugar, agora homens casados, e como apontou o portal de notícias G1, "com mais filhos do que hits". Mas o público não se importa. As pessoas, em sua maioria jovens adultas (?) como eu, têm todas as letras na ponta da língua e canta a plenos pulmões.

Como eu disse, o local era perfeito para o momento: pequeno, comportou bem os 3mil fãs ansiosos pela volta da banda que tinha desembarcado por aqui pela última vez em meados de 2005. Era incrível ver a plateia cantando cada palavra de cada música! Em poucos segundos, o Citibank Hall foi preenchido por lágrimas e suor de pura alegria.

Eu, que estava ali mais pelo saudosismo do que por qualquer outra coisa, me peguei encantada com o talento - e a beleza, não vou mentir - dos três garotos. Simpáticos, conseguiram dominar a plateia durante as 1h50 de show. O setlist mesclou sucessos do passado com músicas do novo álbum Shout It Out e, mesmo quando eu não sabia cantar, era impossível ficar parada.

Além de se completarem juntos, cada um teve seu momento solo: Zac surpreendeu cantando e tocando Go; Isaac entoou More Than Anything no piano, instrumento escolhido pela plateia; e, por último, no que considero o ponto alto do show - pelo menos para mim - Taylor fechou a série de solos com Save Me. Em um momento tão vazio e ao mesmo tempo tão cheio de amor, aquela música me preencheu novamente. E não foi de lágrimas, nem mágoa, mas sim de alegria: por estar ali, por compartilhar aquele momento com alguém que eu gosto tanto, por presenciar o imenso talento de Taylor Hanson.

Depois disso, sentindo-me totalmente realizada, ainda tive a oportunidade de pular ao som de MMMBop e presenciar Taylor tocando gaita enquanto pulava feito louco, já no bis e ao som da penúltima música, If Only, uma das minhas favoritas.

Ao final, senti que todos ali estávamos conectados por uma só coisa: a música. Nosso elo eram aqueles três irmãos que, apesar de muito talentosos, nunca mais emplacaram um hit. E descobri que artistas não são feitos de músicas de sucesso, mas sim de fãs que os reconhecem e estão com eles para o que der e vier, para os grandes palcos ou para as pequenas e aconchegantes casas de show.

Por tudo isso, naquela noite, amei os irmãos Hanson como nunca havia amado antes. 




Foto boa: Não trabalhamos!


quarta-feira, 2 de março de 2011

Minha vida segundo...

Eu sei amigos, enrolei pra caramba até responder esse meme ao qual fui indicada no dia 15 do mês passado - fevereiro, para os perdidos .

Veja bem, tem um por quê.

Primeiro, fiquei pensando que, por ser no Musicalmente Inútil, eu deveria seguir uma linha mais engraçada e escolher alguma banda/artista tipo Calcinha Preta ou Fagner. Matutei bastante essa ideia, mas depois achei melhor usar o Guns 'n' Roses uma vez que estou lendo amando, idolatrando salve salve o livro do Slash e coincidiu com uma vibe Guns 'n' Roses dos amigos do meu namorado. Não demorou muito para que eu percebesse que essa justificativa não tem muito fundamento, eu só preciso montar minha listinha deles no Grooveshark (sim, propaganda eterna) e ser feliz.

Enfim, vi esse meme se estendendo a vários outros blogs e hoje resolvi que respondo sem falta!

Bom, não teria graça usar The Used ou My Chemical Romance por dois motivos: 1 - Todos sabem que são minhas bandas favoritas; 2 - Já usei eles para responder esse mesmo meme várias vezes, só que no fotolog.

Assim, fiquei pensando em alguma banda que tivesse me marcado por fazer parte de um momento importante da minha vida, ou com a qual eu tenha vivido algo especial, ao estilo do que a Nat contou no Caleidoscópio Dental.

Cogitei Jane's Addiction, Escape The Fate, Bless The Fall e mais algumas, mas acabei ficando com clichê, Simple Plan.

Aí vocês broxam porque eles foram os primeiros emos da MTV Brasil. Mas eu lhes digo que eles são todos uns lindos, fofos e pagam champagne de 6 mil pra galere na balada, VAI RECLAMAR?

Acho mais do que justo agradecer com um meme fofinho!

E lembrem-se de mim quando voltarem ao Brasil, seus lindos!

Como funciona esse meme: Escolha um artista ou banda e responda essas perguntas usando apenas nomes de músicas deste artista. Tente não repetir as músicas e seja criativo em suas escolhas. Coloque o título do post como “Minha vida de acordo com (nome do artista)”.

Escolha o artista/banda: Simple Plan
Você é homem ou mulher? Crazy
Descreva-se: I'm Just a Kid
Como você se sente? Addicted
Descreva o local onde você vive atualmente: God Must Hate Me
Se você pudesse ir a qualquer lugar, onde você iria? Vacation
Sua forma de transporte preferido: Jump
Seu melhor amigo: I'd Do Anything
Você e seu melhor amigo são: Happy Together
Qual é o clima? Time To Say Goodbye
Hora do dia favorita: When I'm With You
Se sua vida fosse um programa de TV, como seria chamado? Welcome To My Life
O que é vida para você? What If
Você sorri quando: Everytime
Você chora quando: The Worst Day Ever
Seu relacionamento: Untitled
Seu medo: No Love
O melhor conselho que você tem a dar: Shut Up
Pensamento do dia: You Suck At Love
Seu lema: Thank You

Sou emo?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

My first selinho went a little like this

Oi seus lindos!
Tudo nos conformes?

Eu não sou Ke$ha mas your love is my drug!

E, sendo assim, tô aqui pra falar de gente que me ama. Gente essa que não é muita, mas é especial.

Provando que alguém lê e aprova as besteiras todas que eu escrevo aqui, essa semana ganhei logo dois selinhos! Calma, namorado, não é nada disso que você está pensando! Eu posso explicar!

O selinho aprova e recomenda meu blog e foi dado pelos lindos Natalia Máximo e Bruno Massao. DUVIDA? Dorme com essa então:



Quanto amor, né não?!

Mais amor que isso só no clipe do Justin Bieber!

E como eu sei que 'cês são tudo macho e não ouvem JustEn Biba, fica aí meu amor nessa tarde de sexta-feira ensolarada que promete muita chuva pra quando você botar os pés pra fora do escritório.

P.S.: O resto da brincadeira está aqui.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O ano em música

Empurrei 2009 com a barriga e acabou que foi tudo mais ou menos: a faculdade, o inglês, o blog, enfim, tudo aquilo o que exigia esforço da minha parte. Não é legal falar isso, mas é importante reconhecer o erro para não cometer o mesmo ano que vem. Em música, tem coisa que foi muito boa, tem outras que nem tanto.

Para dizer a verdade eu sou péssima nesses posts de final de ano porque sempre esqueço datas, coisas importantes, fatos, fotos, etc. E, também, não sou de fazer muitos planos.

Fora isso, tem também aquele fator "o que as pessoas querem ler e até onde eu posso escrever", porque aconteceram coisas até de mais, mas eu não acho que vale a pena contar a maioria aqui.

Uma das coisas que me arrependi em 2009 foi de não ter escrito sobre minha experiência no palco do Maquinária. Eu nem sei porque poupei esse post. Talvez por ter acontecido na semana do meu aniversário ou por ter sido tão legal que quando eu escrevesse se tornaria extremamente chato. Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, então aí vai uma foto com minha amiga Moniketes, enquanto o Jane's Addiction tocava:



Olha só, eu já pulei para o mês de novembro! Falei que sou péssima para isso, mas enfim... o ano começou com uma decisão difícil, mas necessária: pedi demissão e comecei uma oficina de canto na USP. Por causa das constantes greves e falta de aulas eu cansei e desisti. Não foi uma decisão muito esperta, mas foi isso.

Acho que o primeiro show do ano foi Eyes Set To Kill e eu nem conhecia a banda. Eles foram uma ótima surpresa para mim. Não são muito de festa, mas mandam muito bem no palco. Enquanto eles se preparavam para o último show da turnê, o Brendan era quase um homem morto, entregue à gripe. Porém, foi só começar a cantar e ele se transformou. Nem sinal de doença ali. Se eu não tivesse visto o estado dele no backstage, não acreditaria em quem falasse que ele estava mal. De lá para cá Eyes Set To Kill é uma constante na minha playlist. Recomento o primeiro cd.

Nesse ano eu larguei mão de shows nacionais simplesmente porque para ir neles eu tenho que pagar. Uma vez que não trabalho mais, já dá para ter uma ideia. Vivendo do ócio é uma banda que fiz questão de ir em todas as vezes que deu. Eles são de mais e muito gente boa! Em 2010 quero voltar a ir nos shows da Fake Number e da Hevo84. Sei que agora vai ser diferente, com um monte de fãs e gente torcendo o nariz para mim no backstage, mas é a vida, né!? Fora eles, conheci uma banda bem legal chamada Sabonetes.

Outono em Marte é outra banda ótima que eu TENHO que comparecer nos shows, não só por ser uma das melhores nacionais que tenho ouvido, mas também porque uma das pessoas que eu mais considero toca nela. Em falar de amigos, no próximo ano também estarei mais presente nos showa da 4Sux! E do Brasilzão é isso.

Sobre os shows que perdi, dois foram realmente dolorosos: The Kooks e McFly. O primeiro tem um puta significado para mim e minha amiga Natalia. A gente achou que tudo ia dar certo de última e hora e, bom, tomamos no c* hahaha McFly eu estava sem dinheiro mesmo. Acabei desistindo do show e depois, claro, me arrependi profundamente.

Simple Plan também marcou. Era outro show que eu ia desistir e resolvi ir de última hora. E foi mais ou menos assim: uma hora eu estava na aula de habilitação, na outra estava tomando champagne no Cafe de la Musique. Estranho mas maravilhoso ao mesmo tempo. No dia seguinte entrei como convidada no show e apesar de não estar ao lado das amigas, foi nelas que pensei o show inteiro. O pessoal que acompanha Simple Plan desde o início é conhecido e unido. Quem se excluiu, acabou perdendo e não sentiu nem cheiro dos meninos. Encontrei muita gente querida pelo Hilton.

Acho que esse ano o Paramore também passou por aqui. Eu não faço questão, só acho a Hayley uma puta cantora. Story Of The Year foi muito caro para o meu bolso hahaha Alex Band lembra minha infância com minhas primas já adolescentes. Elas que curtiam, mas nem toparam ir ao show comigo, então acabei não indo. Tem coisas que é melhor a gente guardar na lembrança e só na lembrança.

Em novembro eu achei que o mundo fosse acabar. Eu achei que ia ME ACABAR. Acontece que eu ainda faço faculdade. E a faculdade ainda aplica provas. E essas provas são cada vez mais difíceis. Acabei é estudando ao invés de curtir. hahaha O início do mês foi ótimo; maquinária e X coisas legais. Agora, a segunda parte foi tensa.

O primeiro show do Love Hate Hero foi legal. Depois teve after party em algum lugar de São Paulo que agora não me recordo o nome, mas você encontra no blog da Lety (acho!!!). Essa é a parte onde eu aprendi que se deve pensar MIL vezes antes de escrever um tweet. Acho que só fui vê-los uma ou duas semana depois disso e achei que estava tudo bem, mas pelo jeito não está até agora. Como diria Cine, "eu só lamento", não vou levar nenhuma fofoca para o meu 2010. Paris ainda é uma das pessoas mais fodas e gente boa que já conheci e não há como não amar uma pessoa como ele.



"There's something on your face that makes you cute, I don't know what"


A ordem dos acontecimentos está bem confusa, eu sei. Mas aí vai o melhor show de 2009: Bless The Fall. O dia estava frio e chuvoso, acho que por isso meu clima era de enterro, mesmo sabendo que ia rolar meet and greet antes e eu ia conseguir conversar com os meninos. Eu também fiz o favor de esquecer o guarda-chuva em casa e ficar doente no dia, quase que minha mãe não me deixou ficar (quem disse que ela lembra que eu tenho 18 anos, né?!).

Fato: tirei foto do meu amigo com todos eles e só tenho foto minha com três deles. Isso é o que da ser amiga hahaha Meio que me ferrei, mas pelo menos meu amigo e o Beau reconheceram meu esforço. O primeiro agradeceu e pediu desculpas por não conseguir mexer direito na minha máquina, o outro bagunçou meu cabelo e disse "yes, you're such a good friend!". Priceless.

Sei que o show começou com To Hell and Back e quando terminou eu percebi que não queria que acabasse nunca mais. Definitivamente, valeu a pena esperar. Mesmo que Take The Crown, antiga banda do Beau, tenha ficado na história, Bless The Fall é muito mais banda para mim agora. E sei que conheci o cara mais legal dos caras legais do mundo. Exagero: meu segundo nome.

Não posso esquecer que comecei a escrever algumas matérias para a Undermag e espero poder continuar no ano que vem.

TOP 5 - Shows que quero em 2010


1) The Used
2) Bless The Fall
3) Papa Roach
4) The Kooks
5) Mcfly

Metade dessa lista já me faria feliz. Bem, Woodstock São Paulo em 2010, né?! Pensa em uma pessoa bem feliz! Ano que vem, se for tudo o que promete ser de shows e festivais, eu e Natalia Máximo seremos muito mais felizes.

Planos para 2010:


Ficar perto de pessoas que me fazem bem e ser muito, mas muito feliz!

O resto, é música. E essa a gente dança conforme for tocando :)

Um bom ano para todos!